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Israel e Sudão firmam acordo de normalização de laços mediado pelos EUA

Presidente dos EUA, Donald Trump, durante telefonema com líderes de Israel e Sudão, em Washington 23/10/2020 REUTERS/Carlos Barria

WASHINGTON (Reuters) - Israel e Sudão concordaram nesta sexta-feira em adotar medidas para normalizar as relações, em um acordo mediado com a ajuda dos Estados Unidos que faz do país africano o terceiro governo árabe a descartar as hostilidades com Israel nos últimos dois meses.

O presidente dos EUA, Donald Trump, que buscará a reeleição em 3 de novembro, selou o acordo em um telefonema com o primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, o premiê sudanês, Abdalla Hamdok, e o chefe do Conselho de Transição, Abdel Fattah al-Burhan, disseram autoridades norte-americanas de alto escalão.

A decisão tomada por Trump no início desta semana de retirar o Sudão de uma lista de patrocinadores estatais do terrorismo abriu caminho para o acordo com Israel, assinalando uma conquista de política externa para o presidente republicano no momento em que ele pleiteia um segundo mandato, mas aparece atrás do rival democrata Joe Biden em pesquisas de opinião.

“Os líderes concordaram com a normalização das relações entre Sudão e Israel e em encerrar o estado de beligerância entre suas nações”, informou um comunicado conjunto emitido pelos três países.

Israel e Sudão planejam iniciar a nova fase com relações econômicas e comerciais, com um foco inicial na agricultura, disse o comunicado conjunto. Uma autoridade graduada dos EUA, que falou sob anonimato, disse que questões como o estabelecimento formal de laços diplomáticos serão resolvidas mais tarde.

Nas últimas semanas, Emirados Árabes Unidos e Barein também normalizaram seu relacionamento com Israel.

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