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Nova juíza da Suprema Corte dos EUA terá batismo de fogo em estreia

Juíza Amy Coney Barrett ao lado do presidente dos EUA, Donald Trump, durante cerimônia na Casa Branca 26/10/2020 REUTERS/Tom Brenner

WASHINGTON (Reuters) - Recém-aprovada para a Suprema Corte dos Estados Unidos, a juíza conservadora Amy Coney Barrett enfrenta uma avalanche de casos politicamente delicados em seus primeiros dias no cargo, já que o tribunal analisará disputas eleitorais e se prepara para ouvir uma contestação da lei de saúde Obamacare.

Na segunda-feira, o Senado sob controle republicano efetivou a confirmação, ignorando as objeções dos democratas a uma indicação tão próxima da eleição presidencial de 3 de novembro. O presidente Donald Trump, que indicou Barrett, disse acreditar que a corte acabará decidindo o resultado da disputa entre ele e o democrata Joe Biden.

Barrett, de 48 anos, que será empossada oficialmente pelo juiz-chefe da Suprema Corte, John Roberts, nesta terça-feira, se une ao tribunal com duas questões eleitorais dos Estados cruciais da Carolina do Norte e da Pensilvânia à espera de seu parecer.

A expectativa é que o tribunal se pronuncie sobre ambas antes do dia da eleição. Barrett integra a nova maioria conservadora de 6 votos a 3 da corte, e nenhum juiz da entidade havia sido confirmado tão perto de uma eleição presidencial.

Exatamente uma semana após a eleição, a Suprema Corte julga um caso no qual republicanos, incluindo Trump, pedem que o tribunal anule a Lei de Cuidados Acessíveis de 2010, conhecida como Obamacare.

Em uma cerimônia realizada na Casa Branca na segunda-feira, Barrett prometeu independência da política.

“Esta separação da função de preferências políticas é o que torna o Judiciário distinto”, disse ela.

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