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Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA têm alta inesperada

Placa de um centro para empregos em San Diego. REUTERS/Mike Blake

WASHINGTON (Reuters) - O número de norte-americanos que entraram com novos pedidos de auxílio-desemprego aumentou inesperadamente na semana passada, sustentando a visão de que a recuperação econômica da Covid-19 está perdendo força em meio à diminuição do financiamento do governo.

Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego totalizaram 870 mil na semana encerrada em 19 de setembro segundo dados ajustados sazonalmente, contra 866 mil na semana anterior, informou o Departamento do Trabalho nesta quinta-feira.

Economistas consultados pela Reuters esperavam 840 mil pedidos na semana passada.

Os pedidos estão acima do pico de 665 mil durante a Grande Recessão de 2007-09, mas caíram ante o recorde de 6,867 milhões no fim de março. Embora a reabertura de empresas em maio tenha impulsionado a atividade, a demanda no setor de serviços permanece fraca, mantendo as dispensas elevadas.

Os cortes de empregos também chegaram a setores como de serviços financeiros e tecnologia, que não foram inicialmente impactados pelos fechamentos obrigatórios em meados de março.

O dinheiro do governo para ajudar empresas praticamente acabou. Dezenas de milhares de trabalhadores do setor aéreo podem enfrentar demissões ou dispensas no próximo mês a menos que a Casa Branca e o Congresso concedam novo pacote de resgate.

Reportagem de Lucia Mutikani

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